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Associação
de Futebol de Coimbra
Divisão de Honra
- ÉPOCA 2006-2007
Comentários
Por:
José Carlos de Jesus |
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S.
Caetano 1- Lousanense 3 
Lousã em festa

O Campo do Areeiro engalanou-se para receber os visitantes, dependentes
unicamente de uma vitória para se sagrarem campeões
e festejarem a subida aos nacionais. Não admira, pois,
que a Lousã descesse em peso à Gândara para
apoiar a sua equipa em busca da almejada festa. Do lado do S.
Caetano, notava-se a clara vontade de vender cara a derrota e,
quem sabe, espreitar a surpresa.
Assim, o jogo começou com o Lousanense a pressionar os
da casa, aproveitando muito bem a força do vento que soprava
a seu favor. Os da casa defendiam como podiam, mas davam mostras
de grande querer e concentração, o que dificultava,
em muito, o trabalho do adversário. De tal forma que o
primeiro golo surge, já passados 30 minutos e num lance
rápido de contra-ataque, que gerou alguns protestos por
alegado fora de jogo. Até ali, poucas oportunidades de
golo se tinham verificado. Contudo, o golo funcionou como tónico
e mapa de acesso à baliza adversária, o que permitiu
que o Lousanenese resolvesse o jogo em 15 minutos, marcando mais
dois golos até ao intervalo.
Na segunda metade, com o vento a seu favor, os da casa aproximaram-se
mais vezes da baliza adversária e conseguiram o seu golo
logo aos 48 minutos, o que deixava no ar a esperança de
fazer algo mais. Tal não veio a acontecer, e o resultado
não se alterou até final, apesar de algumas oportunidades
desperdiçadas, mais da parte dos homens da Lousã.
Em suma, vitória justa e incontestada do campeão,
perante um adversário que foi um digno vencido e deu muito
boa conta de si.
Quanto ao trio de arbitragem esteve globalmente muito bem. Muito
personalizados, calmos e coerentes, os juízes estiveram
à altura do encontro, enriquecendo-o. Uma única
mancha terá sido um penalty por assinalar a favor do S.
Caetano, a meio da 2ª parte, por puxão claro dentro
da área, mas o atleta não caiu e isso poderá
ter sido determinante na decisão do juiz.
De parabéns também o muito público afecto
às duas equipas, sabendo apoiar os seus respeitando o adversário
e quando assim é, todos saem a ganhar.
Veja o vídeo 
| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - Nogueirense
Campo do Areeiro - 13/5/2007- 16 h
Assistência: cerca de 250 pessoas
Árbitro: João Henriques
Auxiliares: Telmo Sousa e Paulo Soares
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Marcha
do marcador:
0-1– por Serginho aos 32 minutos
0-2 – Serginho aos 38 minutos
1-2 – por Pimpão aos 55 minutos
1-3 – por Paulito aos 48 minutos
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CCR
S. Caetano
Paulo
Daniel
André
Filipe (amarelo aos 37)
João Paulo (amarelo aos 15)
João Lúcio
Paulito (cap)
João Pedro
Raul
Toni Novo
Licínio
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
13 - Basílio (substituiu Carlos Afonso aos 65)
14 – Cristóvão
15 – Diogo
16 – Alexandre
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Lousanense
1- Rui
2- Nito(cap)
3- Quim
4- Barata
5- Comboio
6- Carapau
7- Serginho
8- Pedro
9- João Paulo
10- Riky
11- Pimpão
Treinador – Marcelino
Suplentes:
12- Gonçalo
13- Humberto (substituiu Pimpão aos 45)
14- Norberto
15- Bruno (substituiu Riky aos 90)
16- Correia
17- David
18- Telmo (substituiu Pedro aos 75´)
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S.
Caetano 1- Penelense 4
Excessivo
Assistimos a um jogo que vem sendo característico da equipa
da casa, que oferece o resultado no primeiro tempo, nivelando
e correndo atrás do prejuízo na 2ª metade dos
encontros.Como acontece quase sempre nestes casos, já nada
há nada a fazer e o esforço que então se
desenvolve revela-se inglório e infrutífero, servindo
apenas para melhorar a imagem da equipa.
Sem retirar mérito à equipa do Penelense, pensamos
que os golos consentidos na primeira parte, que acabaram com o
jogo, resultaram mais da inoperância dos locais do que de
jogadas trabalhadas pelos visitantes. O primeiro num lance de
livre quase do meio campo, seguido de cabeceamento na área,
o 2º num penálti perfeitamente escusado e oferecido,
o terceiro, na sequência de laçamento lateral e apatia
geral na área. Erros a mais e os números é
que ficam para a história.
Em suma, resultado pesado num jogo correcto e disciplinado, com
uma arbitragem a condizer.
| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - Penelense
Campo do Areeiro - 25/3/2007- 15 h
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Paulo Mendes
Auxiliares: Sandra Alves e António
Lopes
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Marcha
do marcador:
0-1– por Ricardo aos 5 minutos
0-2 – Leitão aos 37 minutos (GP)
0-3 – por Miro aos 45 minutos
0-4 – por Panzer aos 48 minutos
1-4- por Licínio aos 50 minutos |
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CCR
S. Caetano
Paulo (amarelo aos 36’)
Daniel
André
Fernando
Cristóvão
Paulito (cap)
João Pedro (amarelo aos 88)
Raul (amarelo aos 40’)
Toni Novo
Licínio
João Lúcio
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
12 – Filipe
13 – Simão (substituiu Daniel aos 65’)
14 – Alexandre (substituiu Toni Novo aos 82’)
15 – Filipe Costa
16 – Nelson
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Penelense
1- Galante
2- Horta
3- Pimenta
4- Leitão
5- Marquito
6- Romeu
7- Dani
8- Miro
9- Peão (cap)
10- Panzer
11- Ricardo Suplentes:
12- Carlos
13- Cotas
14- David (substituiu Panzer aos 90´)
15- Telmo (substituiu Romeu aos 38’)
16- Matos
17- Armando(substituiu Dani aos 68’) (amarelo aso
85’)
18- Tó-Laranja (substituiu Pedro Matos aos 36’)
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| S.
Caetano 6 - S.P. Alva 1
Resultado Pesado
Este jogo revestia-se de grande importância para os ambos
os contendores, atendendo à classificação
actual no campeonato. Os da casa, em caso de vitória, afundariam
um concorrente directo pela manutenção; os visitantes,
se ganhassem, aproximar-se-iam e a chama da manutenção
ganharia outra força.
O jogo começou, pois, com um período de estudo mútuo,
à espreita de uma oportunidade para marcar. Desta feita,
o CCR S. Caetano entrou determinado e concentrado, o que lhe valeu,
desde logo, não ser surpreendido na defesa. Garantida alguma
estabilidade no último reduto, conseguiu, logo nos primeiros
minutos, marcar um golo que se revelaria precioso para assegurar
os três pontos. A partir daí, foi criando uma avalanche
de futebol ofensivo, que lhe valeu a marcação de
mais três golos, dois deles de belo efeito com grandes remates
de João Pedro e de Daniel, a tornarem inúteis as
estiradas do keeper visitante.
Com tamanha vantagem e certos da vitória, os da casa “esqueceram-se”
de que faltava jogar meia parte e adormeceram. Tal como na primeira
volta, os de S. Pedro D’Alva assenhorearam-se do jogo na
2ª metade, arregaçaram as mangas e criaram várias
situações para marcar, nos primeiros 25 minutos
do tempo complementar, vindo a obter o mais que merecido golo
aos 58 minutos, depois de varias oportunidades criadas e falhadas,
fosse graças à sorte, a várias intervenções
de grande valia e coragem de Filipe ou à sua defesa in
extremis. Durante este período até à obtenção
do 5º golo, se os de S Pedro D’Alva tivessem marcado
mais um ou dois golos não escandalizaria.
Acordaram os da casa e com a obtenção de um golo,
em contra-ataque, pelo recém-entrado Filipe Miranda, mataram
o jogo, vindo a obter ainda um 6º golo, numa jogada infeliz
de um defesa, mas na sequência de uma bela jogada na esquerda
pelo mesmo jogador. Pelo caminho, tempo ainda para que os visitantes
falhassem uma grande penalidade como resultado em 5-1.
Em suma, vitória merecida, mas excessiva, pelo caudal ofensivo
dos visitantes na 2ª metade.
Arbitragem correcta e personalizada, sem erros de maior. Realce
para a boa articulação entre todos os elementos,
o que permitiu ajuizar quase sempre bem, especialmente no capítulo
disciplinar. A única dúvida será mesmo na
decisão de marcação do penalti que acabou
por ser falhado.
| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - S. Pedro D’Alva
Campo do Areeiro - 25/02/2007- 15 h
Assistência: cerca de 180 pessoas
Árbitro: Pedro Jesus | Auxiliares:
Bruno Pereira e José Claro |
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Marcha
do marcador:
1-0 por João Pedro aos 15’
2-0 por João Pedro aos 24’
3-0 por Cristóvão aos 30’
4-0 por Daniel aos 30’
4-1 por Petróleo aos 58’
5-1 por Filipe Miranda aos 65’
6-1 por Tó-Zé (auto-golo) aos 86’
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| CCR
S. Caetano
Filipe
Daniel
André
João Lúcio (amarelo aos 55)
João Paulo (amarelo aos 65)
Pedro Cruz
João Pedro (amarelo aos 70’)
Paulo Jesus(cap)
Toni Novo
Licínio (amarelo aos 60)
Cristóvão
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
12 – Paulo
13 – João Filipe (substituiu Cristóvão
aos 64’)
14 – Alexandre (substituiu Licínio aos 83’)
15 – Nelson
16 – Filipe Miranda (substituiu Pedro Cruz aos 61’)
(amarelo aos 70)
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S. Pedro D’Alva
Mauro (Amarelo 77’)
Tó-Zé
Márcio
André (Cap) (V. aos 79’)
Rodrigo
Tó Quim
Joel (amarelo aos 68´)
Marco
Zezito (amarelo 85´)
Chano
Nuno Treinador –
21– Ricardo
9- Petróleo (substituiu Márcio aos 31)
13 – Marco II
6 – Rocha (substituiu Tó Quim aos 31)
15 – Brito (substituiu Nuno aos 68)
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| S. Caetano 1- Cadima
4 |
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Sem discussão
Muito público no campo do Areeiro para assistir a este
derby regional, apesar da chuva e do vento frio que se fazia sentir.
O CCR S. Caetano entrou desconcentrado no jogo, muito voluntarioso,
mas desorganizado e, apesar de algum domínio inicial, consentiu
um golo logo na primeira vez que o Cadima chegou à baliza.
Este golo teve o condão de arrefecer ainda mais os ânimos
dos da casa e galvanizar os visitantes que, pouco depois, obtiveram
o 2º, aproveitando a parcimónia da defesa da casa.
Adivinhou-se o que viria a confirmar-se – o jogo estava
decidido.
Ao longo da primeira parte, o S. Caetano simplesmente não
existiu e o Cadima passeou a sua superioridade e poderia ter marcado
mais um ou outro golo.
O intervalo fez bem à equipa da casa e, com o reposicionamento
de algumas unidades e com algumas correcções à
forma de jogar, o S. Caetano deu sinais de que poderia ainda tentar
discutir o jogo. Efectivamente, entrou mais acutilante, mais pressionante,
com o meio campo a não deixar jogar e, se tem conseguido
concretizar uma ou duas belíssimas oportunidades para o
1-2, estamos crentes de que o jogo poderia ser outro. Não
o fez e foi o Cadima que, perante a apatia ou anestesia geral
da defensiva adversária fez o terceiro. Estava tudo acabado
e só faltava esperar pelo apito final, eram volvidos 60
minutos.
Até ao fim houve ainda tempo para acontecerem mais dois
golos, um para cada lado, ma já estava tudo decidido.
Em suma, vitória justa dos visitantes, mais organizados,
mais eficazes e mais esclarecidos.
Uma palavra para os jovens de S. Caetano: urge repensar a forma
como entram em jogo, pois os minutos iniciais têm comprometido
os resultados finais da equipa.
Arbitragem em bom plano. Discreta e eficaz.
| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC - S. Caetano - Cadima
Campo do Areeiro - 11/02/2007- 15 h
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Luís Coelho | Auxiliares:
Nuno Teixeira e Marco Alcino
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Marcha
do marcador:
0-1– por Euclides aos 4 minutos
0-2- por Marco aos 10 minutos
0-3 – por Euclides aos 60 minutos
0-4- por Cid aos 70 minutos
1-4- por Licínio aos 90 minutos
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| CCR
S. Caetano
1- Filipe
2 - Daniel
3 - João Lúcio
4 - Pedro
5 - André
6 - João Paulo (amarelo aos 30)
7 - Paulito (cap)
8 - João Pedro (subcapitão)
9 - Alexandre
10 - Licínio
11 - Filipe Costa
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
12 – Paulo
13 – Cristóvão (substituiu João
Paulo aos 68) (amarelo aos 90’)
14 – Diogo (substituiu Alexandre aos 45’)
15 - Raúl
16 – Filipe Miranda (substituiu Paulito aos 45’)
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Cadima
1- Marante
2- Cid
3- Augusto (cap)
4- Barbeiro
5- Paulo Jesus
6- Serrano
7- Euclides
8- Bruno (amarelo aos 35)
9- Marco
10- Paulito
11- André
T – Artur Jorge
Suplentes:
12- Mickael
13- Estrela (substituiu Bruno aos 90’)
14- Barradas
15- Tiago (substituiu Euclides aos 88’)
16- Gonçalo (substituiu Marco aos 79’)
17- João
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| S. Caetano
1- Carapinheirense 3 |
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| Vitória do
mais forte
O campo do Areeiro revestiu-se de bela moldura humana, entre adeptos
da casa e da Carapinheira, uns e outros habituais seguidores fiéis
das suas equipas. Para além desse facto, a bela carreira
que os visitantes têm vindo a encetar, alargava as expectativas
para este encontro, também entre os adeptos.
Como em muitos outros jogos, o S. Caetano entrou mal, desconcentrado,
como se diz na gíria, “a dormir”, e consentiu
um golo logo a abrir o encontro, o que, para uma equipa que precisa
de pontos, constitui um handicap significativo, ao mesmo tempo
que reforça o ânimo do adversário. É
pena que tal situação se vá repetindo, pois
condiciona e de que maneira o seu desempenho.
Quanto ao jogo, pouco há a dizer, senão que o Carapinheirense
soube justificar a benesse inicial do adversário e mostrou-se
mais forte, mais rápido sobre a bola, não consentido
espaços na defesa e partindo velozmente para o ataque,
fazendo pouco depois o 2º golo que matou o jogo, numa bela
jogada sobre a direita a culminar com uma bomba à entrada
da área.
Limitado por várias lesões e alguns castigos, o
CCR não foi capaz de dar a a volta ao jogo e cedo se sentiu
eu o jogo estava decidido.
A 2ª parte foi mais equilibrada, mas nada trouxe de novo
ao prélio, excepto o avolumar de cartolinas amarelas e
duas expulsões por acumulação de amarelos.
Nos minutos finais, a emoção regressou ao jogo,
com dois golos e ainda uma soberana oportunidade de fazer o 2-3
para os da casa, mas o seu capitão deslumbrou-se com as
facilidades e não conseguiu concretizar isolado.
Arbitragem em bom plano, globalmente, embora se notasse algum
excesso de zelo na amostragem de amarelos. Talvez por ser muito
jovem, o árbitro não consentiu o mínimo esboço
de protesto ou reacção dos atletas impondo alguma
“ditadura”, que consideramos exagerada e por isso
desnecessária.
| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - Carapinheirense
Campo do Areeiro - 4/2/2007- 15h Assistência:
cerca de 250 pessoas
Árbitro: Pedro Nobre Auxiliares:
José Moço e Edgar Correia |
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Marcha
do marcador:
0-1 – Rui Jorge aos 3 minutos
0-2 – por Mário aos 19 minutos
0-3 – por Rui Jorge aos 83 minutos
1-3 – por Daniel aos 90 minutos
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| CCR
S. Caetano
Filipe (amarelo aos 83’)
Daniel
André
Fernando (amarelo aos 10’ 2º amarelo aos 75’)
João Paulo
Pedro Cruz
João Pedro (cap)
Alexandre
Filipe Miranda (amarelo aos 88’)
João Catarino
Filipe Costa (amarelo aos 79’)
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
12 – Paulo
13 – João Lúcio (substituiu João
Filipe aos 65´)
14 – Diogo (substituiu Alexandre aos 77’)
15 – Toni Novo
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Carapinheirense
Paulo André
Luís Santos
Tiago
Tó João
Miguel
Hugo (amarelo aos 89´)
Hugo II( amarelo aos 61 e 2º amarelo aos 80´)
Mário (amarelo aos 59’)
Tiago
Joel
Rui Jorge (cap)
Fábio (amarelo aos 76’)
Treinador – Luís Mendes
12 – Cavaleiro (substituiu Mário aos 86’)
13 – Fabrício
14 – Paulito (substituiu Joel aos 63’)
16 – Jé (substituiu Fábio aos 85’)
17 – Gonçalo
17- Carroso
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CCR
S.CAETANO 1 - FEBRES SP 0 |
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Perfume de derby
Este derby era aguardado com muita expectativa, dada a natural
e sã rivalidade que marca os jogos entre estas duas equipas
vizinhas. Assim, o campo do Areeiro revestiu-se de bela moldura
humana, entre adeptos da casa e de Febres.
Os atletas sentiram o belo ambiente criado à sua volta
e deram sempre o seu melhor em prol dos seus emblemas. Se é
verdade que nem sempre o encontro foi muito bem jogado, o espírito
e a entrega nunca faltaram, com a bola a chegar de uma à
outra área com frequência, ainda que raramente com
perigo.
Durante a primeira parte, os visitantes estiveram mais acertados
e organizados, fazendo valer a experiência de alguns atletas
mais calejados, encontrando pela frente uma equipa do S. Caetano
cheia de garra e que nunca entrega um lance sem o disputar. No
segundo tempo, com alguns acertos de balneário, os da casa
foram superiores, mais incisivos, mais rectilíneos na abordagem
dos lances e foram compensados, à passagem do quarto de
hora, com uma grande recuperação de bola a meio-campo,
uma arrancada impressionante de quatro atletas para o contra-ataque
e a bola a ser desviada subtilmente para a baliza pelo avançado
Carlos Afonso. Protestaram os visitantes por alegada falta na
recuperação de bola, que não vislumbrámos.
Reacção pronta do Febres, dificultada por uma precipitação
de um atleta que, com duas entradas muito excessivamente viris
entre os 70 e os 80 minutos, acabou expulso, justamente, deixando
a sua equipa em dificuldades acrescidas.
Até ao fim, sentiu-se que esteve mais perto o dois a zero,
em perigosos contra-golpes, do que o empate dos visitantes, que,
ainda assim, venderam bem cara a derrota, apesar da desvantagem
numérica.
Em suma, resultado justo, num jogo bem disputado que ajuda a manter
a chama do futebol distrital.
Arbitragem em grande plano, augurando-se um belo futuro para este
trio, muito jovem, mas muito seguro, calmo e personalizado. Diga-se
também que, apesar de viril, os atletas estiveram impecáveis
e cordatos, à excepção do lance violento
que ditou a expulsão do atleta Piloto que, não satisfeito,
teve uma atitude indigna para com o público, tentando cuspir
os adeptos da casa.
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Ficha Técnica |
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| Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - Febres
Campo do Areeiro - 29/10/2006- 15h
Assistência: cerca de 250 pessoas
Árbitro: Tiago Antunes
Auxiliares: Fábio Serra e Fábio
Ferreira |
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Marcha
do marcador:
1-0 – por Carlos Afonso aos 58 minutos
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CCR S. Caetano
Filipe
Daniel
André
Fernando
João Paulo
Pedro Cruz
João Pedro
Raul
Carlos Afonso
Licínio
Paulito (cap)
Treinador - Filipe Costa
Suplentes:
12 – Paulo
13 – Cristóvão
14 – Nelson
15 – João Filipe (substituiu Licínio
aos 68’)
16 – Filipe Miranda (substituiu Carlos Afonso aos
84’)
18 – Simão (substituiu Fernando aos 55’)
(amarelo aos 66’)
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Febres SC
Babá
João Filipe
Sabino
Celso
Filipe (CAP)
Daniel
Miguel Rua
Hélder (amarelo aos 56’)
Piloto (amarelo aos 70’) (2º amarelo aos 80)
Gonçalo
André Treinador
– Babá
12 – Dany
13-Romeu (substituiu Hélder aos 71’)
14-Peres (substituiu Gonçalo aos 59’)
15- Ricardo
16-Tiago (substituiu Filipe aos 84’)
17-Jesus
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| Cimo |
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| CCR S.CAETANO 1 - VIGOR 3 |
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| Grande jogo de futebol |
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A
pedido dos visitantes, o jogo decorreu em S. Caetano, contrariamente
ao que estipulava o calendário, uma vez que decorrem obras
de beneficiação no reduto do Vigor. E em boa hora
para o espectáculo, pois o campo do Areeiro foi palco de
uma partida de futebol que teve o mérito de prender os muitos
espectadores que ali se deslocaram.
Início de jogo estonteante de velocidade, com ambas as equipas
a lançarem-se deliberadamente ao ataque em busca do primeiro
golo. O jogo prometia e cumpria, pois, logo aos seis minutos, o
Vigor introduz o esférico na baliza adversária, mas
um dos seus atletas estava em fora de jogo na zona de intervenção
do guarda-redes. No minuto seguinte, Raul arranja espaço
à entrada da área adversária e faz um belo
golo com remate colocado. Os dados estavam lançados.
Reacção pronta do Vigor que consegue ser mais pressionante,
embora os visitados, em vantagem, espreitassem com perigo o contra-ataque.
Aos 34 minutos, o Vigor chega ao empate, aproveitando a parcimónia
da defesa local e uma defesa incompleta do guardião da casa.
No segundo tempo, a toada manteve-se e os visitantes revelaram-se
mais coesos, organizados e personalizados, durante os primeiros
vinte minutos. Depois, o S. Caetano reequilibrou a partida e quando
se pensava que o resultado estaria feito, eis que, numa jogada confusa
dentro da área, a bola sobra para um atacante do Vigor que
consegue dominar e rodar fazendo um belo golo.
Reacção imediata dos da casa, mais com o coração
do que com a cabeça, mas a chegarem ao empate no minuto seguinte,
na sequência de um lance de bola parada. Os adeptos exultaram,
mas o juiz auxiliar considerou falta, que não vislumbrámos.
A existir, só aceitamos falta sobre um defesa ao 2º
poste, mas houve tantas iguais ao longo do jogo que não foram
assinaladas…
Minutos volvidos, já descrentes, os da casa ofereceram autenticamente
o 3º golo, que de forma alguma traduz a verdade do jogo. O
empate seria justo, mas também se aceita a vitória
dos visitantes, embora por números exagerados.
Quanto à arbitragem, mostrou-se correcta no primeiro tempo.
Contudo, o intervalo fez mal ao árbitro que apitou constantemente
contra os da casa, em especial nos lances de meio campo, conseguindo
assim empurrar os visitantes para a área adversária.
Os auxiliares estiveram muito melhores que o seu chefe de equipa.
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Ficha Técnica |
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Campeonato
Distrital Divisão Honra AFC
S. Caetano - Vigor
Campo do Areeiro - 5/11/2006- 15 h
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Nelson Estêvão
Auxiliares: Marco Marques e Paulo Dinis
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Marcha do
marcador:
1-0 – por Raul aos 7 minutos
1-1 – por Miguel aos 34 minutos
1-2 – por Filipe aos 88 minutos
1-3 – por Ivo aos 90+4 minutos
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CCR S. Caetano
Filipe (amarelo aos 90+6)
Pedro
André
Fernando (amarelo aos 80’)
João Paulo
Paulito (cap)
João Pedro
Raul
Carlos Afonso (amarelo aos 38’)
Licínio (amarelo aos 41’)
João Filipe Treinador
- Filipe Costa
Suplentes:
12 – Paulo
13 – Cristóvão
14 – Kitó
15 – Filipe Costa (substituiu João Catarino
aos 62’)
16 – Filipe Miranda
17 – Simão (substituiu Carlos Afonso aos 58’)
(amarelo aos 84’)
18 – Nelson (substituiu Licínio aos 70’)
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Vigor
Pedro Silva
Relvão (amarelo aos 68)
Carlos
Alemão
Luís Jorge
André (cap) (amarelo aos 56)
João Carvalho
Pedro Matos
André Santos
Filipe (amarelo aos 90+4)
Miguel Suplentes:
Hélio
Ricardo Heleno
Altair
Ivo (substituiu André Santos aos 72’)
Ricardo Silva (substituiu João Carvalho aos 55’)
Rafael
Fábio Oliveira (substituiu Pedro Matos aos 36’)
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| Cimo |
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| Tabela Classficativa |
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